Guido Gomes Os madeirenses e os Portugueses foram mais uma vez enganados com as promessas do Dr. Passos Coelho, que não aumentava os impostos que tinha a solução para o País voltar a crescer. E o que se vê é que este senhor é um economista de 4.ª classe. 1.º Aumenta o IVA na restauração para 23% o que vai permitir que a maior parte da restauração feche as portas a partir de Janeiro de 2012. 2.º Retirou o subsídio de férias e o subsidio de natal a todos os trabalhadores da classe média e média alta os quais são o motor do crescimento deste País. 3.º Para aumentar ainda mais o desemprego impôs que os trabalhadores a partir de Janeiro trabalhassem mais meia hora diária sem remuneração; o que vai desmotivar os trabalhadores e permitir aos patrões despedir ainda mais, engrossando a lista dos desempregados que já é longa, que a curto prazo vai descapitalizar a segurança social. O Senhor Primeiro Ministro não passa de um "Passos Papão" que açambarcou o fundo de pensões dos bancários, usando para pagamento das dívidas do Estado permitindo desta forma com dinheiro que não é seu alavancar e reduzir o défice do Estado, pondo em risco desta forma as futuras reformas dos bancários. Este Senhor Primeiro Ministro cumprimenta com o chapéu dos outros, não é mérito, mas sim demérito seu. 4.º Agora como os Portugueses já estão anestesiados prega-lhe com a taxa moderadora de 20€ para quando forem às urgências darem o último suspiro mais rapidamente. 5.º Faz uma Lei para desregulamentar o trabalho efectivo, criando uma clausula em que o patrão pode despedir com 12 ordenados, os trabalhadores que até tenham mais de 30 anos de serviço, o que vai permitir que os Portugueses andem às turras uns com os outros. Com todas estas medidas gravosas em que este senhor é pior que um elefante numa loja de loiça a partir todos os objectos, e ainda, quer que o País cresça para o Ano!.... Venho lembrar que alertei que este senhor ia destruir o País. Se somos onze milhões com o desemprego galopante a atingir 700 mil pessoas, em pouco tempo o empobrecimento e a decadência será de tal ordem, que para sobrevivermos nesta pequena comunidade portuguesa, não seremos mais de 6 milhões, porque o resto já se demandou à procura de melhores oportunidades no estrangeiro.