Jorge Martins Eu entendo que se não entenda que não passa de um estertor. Que se não assuma a graça de reconhecer que isto já deu e, até por Deus, azoigou. Alberto, gripou, deve mesmo ter sido a junta da cabeça, retorcida de sobreaquecimento, que não aquele coração de oiro, construído na "praça financeira" e resgatado na Rua dos Netos, bem-hajam os filhos daquela prosélita e próspera vaca sagrada, nubente desapropriada por negligente e improcedente noivo, ainda que com o desprezo e, simultâneo, ganho de um ou dois Silva... Oh! bendito Partido, Oh! meu "pé de laranja..." hoje mais lima, que saudades... Não encontro o ressoar das ameaças, já ninguém me leva a sério, não sei mesmo que dizer, este, sim, é um buraco sério. É triste mas vou-me embora. É que não sou como aqueles políticos que (não) prometem e (não) ficam. Eu que sou eu, não só não prometo, como não fico, a não ser que me peçam muito, né? Logo se verá, como diz o cego... Um Natal cheio de Páscoas. Do vosso perceptor Albertinho Costureiro