1- Nesta altura de crise e de "menorismo" em que cada um está preocupado em compor e guardar a sua "barraquinha" o melhor que sabe e pode, não deixa de ser interessante verificar que determinados fenómenos não mudam. Efectivamente, há sempre quem pense que a maior quantidade, seja do que for, determinará um maior reconhecimento ou mais apoio. Vai daí toca a "inovar", inventando novas actividades ou "modalidades desportivas"(?) de forma a "arrebanhar" mais "atletas", criando a ilusão de mais quantidade. Já não estamos longe de considerar novas "modalidades desportivas" como o Berlinde ("World Series of Berlinde" para dar um cariz internacional à coisa) ou então outra nova "modalidade" que servirá de base ao "Super Bowl da Carica". "Atletas" não vão faltar! E o pedido de apoios ao IDRAM para viagens e participações também não! Ora, ainda nas modalidades amadoras e não obstante já ter escrito sobre o assunto, repito: o Nacional não "extinguiu" a modalidade de Futsal. O Clube foi, isso sim, forçado a suspender a secção porque apesar de ter conseguido a manutenção da sua equipa no Campeonato Nacional, teve de "descer" ao Campeonato Regional quando solicitaram a inscrição urgente numa Série Madeira que (dando razão aquilo que sempre defendemos) não existiu. Acresce que nessa modalidade de Futsal, o Nacional só por uma vez disputou e não venceu o Campeonato Regional (e mesmo nesse caso, foi no último jogo da competição!) o que explica, de certa forma, o procedimento de "constituição" da citada Série Madeira - Futsal e a urgência em "despachar" o Nacional. 2- Disse o atleta do nosso adversário no final do encontro de futebol: "Quem ri por último, ri melhor!". Sábias palavras… o Campeonato ainda nem chegou a meio…

Pedro Mota, Advogado