Há muito que o nosso País carece de reformas económicas. E porque a política não funciona sem uma economia coesa, a primeira área de intervenção deve ser por excelência a resolução dos problemas que se têm acumulado. Já chega de fechar a nossa economia em si mesma, aumentando impostos, reduzindo salários e diminuindo o poder de compra dos cidadãos. É prioritário a reestruturação de medidas que promovam a entrada de empresas no nosso país, que provoquem o êxodo urbano, porque apesar de termos pouco território, temos áreas que estão quase desocupadas e que têm um grande potencial na agricultura e na instalação de novas empresas. Para o efeito, a redução do imposto dobre valor acrescentado nas áreas desertificadas seria uma opção a ponderar. Outra solução seria a criação de subsídios para os habitantes do interior e um período de isenção de IRS para novas empresas. Para que houvesse mais exportações, as taxas alfandegárias no nosso país deviam ser reduzidas. Posto isto, teríamos um mercado mais competitivo e atraente para os empreendedores no quadro internacional e o nível de vida mais agradável para os portugueses que veriam satisfeitas as ambições profissionais e financeiras.
Tiago Neves, Colaborador da AAUMa