José Abreu Portugal tornou-se hoje um país falido, chefiado por uma malta pindérica portuga que sem honra nem glória se arrasta pelos areópagos internacionais, pedinchando como mendigos pela sua sobrevivência politico-partidaria. Desde marxizantes- keynesianos a conservadores, todos estes partidários de pacotilha e os sindicalistas demagogos, que vivem do orçamento-geral do estado, manifestam uma estupidez e incapacidade em analisar a situação actual e manhosamente escondem do povo honesto e trabalhador o facto de que esta greve geral de 24 de Novembro de 2011 ter sido Política, Reaccionária e Anti-Patriota porque: 1 - A Greve foi Política, porque o seu objectivo não foi económico, não foi para obter melhores remunerações porque não há riqueza produzida para distribuir, mas sim miséria. O país está falido, não produz a riqueza suficiente para pagar os encargos e despesas nacionais, e o endividamento acumula-se. 2- Reaccionária, porque vai acelerar e precipitar a privatização da generalidade das empresas públicas, designadamente das empresas de transporte. A privatização abrupta põe em risco a qualidade e o preço dos transportes públicos no curto prazo, por isso a greve vai causar estragos no futuro próximo e prejudicar assim os utentes. 3- Anti-Patriota, porque causa a desarticulação das instituições públicas e do estado através destas paralisias sectoriais em vez de suscitar préviamente discussões e debates populares, a nível concelhio ou distrital, de modo a suscitar linhas programáticas que mobilizem a população a fazer escolhas alternativas para o despertar da economia nacional. Combater a corrupção e os esbanjamento do bem público nas empresas estatais não é a preocupação nº um dos Mentores Demagogos desta Greve Geral, mas sim como sacar mais dinheiro do Orçamento Geral do Estado, ou seja em última instância, das Entidades Credoras que emprestam dinheiro ao Estado, Bancos e Particulares em geral. Por estas razões me insurjo solenemente contra esta demagogia sindicalista sectária, tão estúpidamente mediatizada, e que vai mergulhar o país numa maior confusão intelectual.