João Abreu Caros leitores do DN, escrevo-vos a propósito do que escreveu a sr.ª Rosália Peixoto aos 21/11/11. Quero salientar que não sou funcionário público, no que toca a esse desabafo: uma coisa já se sabe, não é maldosa nem tem feitio para isso, imagine se tivesse?! Uma outra coisa que foi fácil apurar foi a sapiência desta senhora que infelizmente deixa muito a desejar, existem n palavras no nosso vocabulário que podiam ser canalizadas para expressar as nossas frustrações no que concerne às dificuldades em que a nossa sociedade está embebida, sejam elas de índole económica e ou social. Os cortes nos funcionários públicos deixaram-na feliz, devo lembrar-lhe que directa ou indirectamente eles ajudam a dinamizar o mercado, nem vou explicar as repercussões negativas que esses e outros cortes trazem para a economia, para entender estas palavras sugiro que leia o livro "Economia Para Totós". No que concerne ao comentário elaborado à classe enfermeira, foi hilariante reze para que não precise de um enfermeiro numa hora de aflição, porque só aí é que irá dar o valor ao papel que eles exercem na nossa sociedade, caso não saiba são eles que passam 24 h a prestar cuidados aos doentes penso que eles têm todo o direito de serem chamados de "Dr" já que neste país todo o licenciado tem direito a esse título. No que diz respeito aos auxiliares de infância, presumo que esteja aborrecida com a auxiliar de infância do seu filho(a). Consciencializemo-nos de uma coisa: lá porque há uma ovelha negra num rebanho não quer dizer que todo o rebanho tenha que ser penalizado, é verdade que existem lacunas e disparidades sociais mas sempre existiram tanto no público como no privado e não vão deixar de existir. Em suma o Estado está a sangrar a economia exigindo medidas extremas aos contribuintes, enfraquecendo-os de forma abrupta, os primeiros foram os funcionários públicos, em quem acha que vai recair a segunda vaga de cortes? Quero ver se nessa altura também vai achar essas medidas 100% justas.