Sabina Rodrigues Segunda-feira quando transitava numa rua do centro do Funchal, fui mandada parar por um agente da PSP da brigada de transito. Quando o Sr. Agente se dirigiu a mim e perguntou se estava tudo bem com a viatura, eu prontamente apresentei os meus documentos e os da viatura e de antemão já lhe disse que o carro estava sem inspeção. Assumi logo o meu erro e pelo qual sabia que iria ser multada e ainda pedi desculpa por estar de oculos de sol na cara e não os ter tirado . Agora vem o mais "comico" da situação: O Agente em questão não tinha consigo os documentos para que pudesse passar a multa pelo que tomou nota dos meus dados pessoais num post-it amarelo. Perguntou-me se era de cá, se era casada, profissão e local de trabalho (a naturalidade e nacionalidade constam no BI,desconfiei, mas tudo bem, não custa responder, mas não vejo qual o interesse para uma multa de transito ...). Depois de ter os meus dados pediu -me para fechar o carro e acompanha-lo a um sitio onde tinha a "sua capinha" com os documentos" oficiais". Qual não foi o meu espanto, quando depois de acompanha-lo verifiquei que a "capinha" do sr . Agente estava num bar ali perto, (...) Esperei 20min. no bar para que o auto fosse preenchido em cima do balcão (...) Depois de todo este tempo de espera o sr. Agente afinal não se lembrava do artigo da legislação que deveria ser colocado no auto. Pediu mais uma vez para acompanha-lo á esquadra , e la fui eu (...) Estive aproximadamente 30 min. na esquadra para que o auto fosse preenchido e depois disto quando o sr. Agente se apercebeu que afinal eu até tinha alguns conhecidos na esquadra ficou admirado por eu não ter dito nada que conhecia alguns colegas seus , porque assim tinha dado um "jeitinho".Qual seria esse jeitinho? (...) Fui autuada, e bem , as leis são para serem cumpridas e quanto a isso nada tenho a dizer. Agora pergunto-me : será que era preciso tanta palhaçada e tanto passeio para simplesmente passar uma multa? (...) Agora riu-me, mas na hora não teve piada alguma.