Quem é que hoje não tem um computador ou telemóvel, seja ou não da "maçã"? Quase todo o mundo tem um e quem não tem é compensado por aqueles que possuem dois ou três.Mas para se chegar até estes brinquedos, foi preciso alguém, no nosso passado bem recente, que estivesse sempre a pensar mais além. Esse alguém foi, sem dúvida, Steve Jobs. Obcecado sempre pela perfeição, dimensões dos produtos e inovação, Jobs funda a Apple depois de ter tido uma experiência na HP. Deixa a Universidade para construir o seu primeiro computador, feito na sua própria garagem de casa. Louco, diriam uns. Inteligente, digo eu. Depois o futuro pregou uma partida a Steve Jobs: deixar a Apple. Inconformado com a situação, ingressa em novos projectos de sucesso e, anos mais tarde, volta à empresa que fundou em 1976. Renasce desta forma a empresa que a partir de então foi um sucesso que dura até hoje. Ouvir falar de 'iPod', 'iTunes', 'iPhone', e 'iPad', associamos sempre à "maçã". Sempre que vemos a "maçã", vemos Steve Jobs. O visionário do futuro. O inconformado. O empreendedor. O Mestre. Antes de partir, Jobs deixou-nos um discurso de consolo: "Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E ainda a morte é o destino que todos compartilhamos. Ninguém jamais escapou dela. E isso é como deveria ser, porque a morte é muito provavelmente a melhor invenção da Vida."

Ruben Sousa - Colaborador da AAUMa