Na declaração de vitória esta noite na sede do PSD-M, Alberto João Jardim, começou por referir que a maioria absoluta alcançada permite a constituição sem qualquer coligação.
Jardim avançou que não aceitará “medidas descricionárias contra os madeirenses e portosantenses” numa alusão a medidas associadas a um programa de ajustamento para a região autónoma.
“Só aceitarei o princípio de sacrifícios e benefícios iguais para todos os portugueses e nunca medidas discricionárias contra os madeirenses e portosantenses”, afirmou na sua declaração aos jornalistas logo após o fecho da contagem eleitoral.
O PSD-M venceu as legislativas regionais com 48,56% dos votos, elegendo um total de 25 deputados. O CDS/PP foi a segunda força política mais votada com 17,63% (9 deputados), seguindo-se PS (11,50%), PTP (6,86%), PCP/PEV (3,76%), PND (3,27%), PAN (2,13%), MPT (1,93%) e BE (1,70%).
PS e PTP conquistaram 6 e 3 mandatos na Assembleia Legislativa da Madeira, respectivamente. As restantes forças elegeram 1 deputado, à excepção do BE que fica fora do hemiciclo.
