Agostinho Sousa É notório aos olhos de todos o quão em perigo se encontra a moradia à beira da estrada ( ver flagrante), que já ali se encontrava com o decorrer da mesma (estrada) e na qual não mereceu a visibilidade do perigo eminente na altura que chove, principalmente com maior intensidade, para não referir as muralhas que fizeram em terrenos baldios na sua proximidade (onde não há casas fazem muralhas, já onde estas existem, as muralhas são "proferidas" de terreno firme…). Na tempestade que assolou a Madeira no 20 de Fevereiro o Curral das Freiras foi uma freguesia muito afectada pelo temporal e na qual não se ouviu grande aparato perante as vivências destas pessoas que com o mau tempo são "vitimas" de encurralamento, colocando em risco as suas vidas aquando o regresso a casa pedonalmente, quando os autocarros ficam barrados na estrada devido a queda de árvores e rochedo. Vogo ser importante olhar para esta população com olhos de ver e não olhar por simplesmente olhar. Voltando atrás, é evidente como casas como esta se encontram em perigo tal como as pessoas que a habitam. Esta casa sofreu prejuízos no temporal de 20 de Fevereiro e novamente com este com que nos deparamos nos finais de Dezembro de 2010, visto a estar situada ao lado de um "corgo", no qual os senhores da Câmara prometem obras desde anos e até agora nada e com este temporal as águas que descem em grande quantidade se encontra a remoer o terreno, deslizando-o. Vivemos com medo devido ao perigo que se encontra a moradia, onde as derrocadas nos últimos dias têm sido uma constante, onde em Fevereiro perdemos o terreno a frente da casa. Para quando as obras há tanto tempo prometidas? Se a Câmara Municipal de Câmara de Lobos, não se responsabiliza quem será o verdadeiro responsável? Será a empresa que executou a obra e não fez muralhas onde haviam moradias? Sim, porque como a nossa casa se encontra, também há outras nesta situação, mas o mais irónico é que ninguém se responsabiliza. E é com tamanha vergonha que evoco que em Março recorremos à Junta de freguesia para dar entrada na "ajuda" para as obras na casa, onde nos foi pedido várias burocracias. Tivemos de voltar a recorrer, uma vez que a junta perdeu os primeiros documentos necessários para a prossecução deste processo. Ridículo não?!... E se a moradia cair, de quem será a culpa? Refiro isto uma vez que é preciso acontecer algo semelhante para actuarem… é sempre assim!...