Emidio Loja Não sou covarde, como todos sabem, pelo menos os meus amigos mais chegados, e todos quantos me conhecem e me perguntam "coisas", una a sério e outros no "gozo".

Enganem-se, certamente, os "alcoviteiros", acomodados às mordomias, ou ainda, os oportunistas do regime, pois, em situações de doença, deve respeitar-se a pessoa humana, por si só, independentemente das ideias que defende, com unhas e dentes, como lhe é apanágio, em prol dos seus conterrâneos, os madeirenses e portosantenses de "gema", os verdadeiros trabalhadores, todos os cumpridores, todos os cidadãos que se aprumam, manhã cedo, na execução diária das suas tarefas, em consonância com a vivência de cidadania, sem o incitamento torpe e programado dos seus "fiéis" seguidores, benificiários directos do partido, que preparam as "guerras", e as fomentam, criando vazios internos nas estruturas mais importantes e nas traves mestras, demarcando-se de seguida, em mesuras solenes de hipocrisia.

Tenham cuidado, pois sabemos quem são, e respeitem o homem, o madeirense de "alma e coração", embora aproveitem, e só esses interesseiros do cargo que ele exerce e desempenha.

Respeitar a pessoa é bem merecedor e denota educação, princípios e civilidade; usar o cargo dessa mesma pessoa como têm feito, e se, propõem continuar, é hipócrita, sujo, nojento e repudiante.

Vivam e vejam, pelo menos, o respeito que os verdadeiros portugueses, madeirenses também, dedicam ao Dr. Alberto João, cidadão como vós, em pleno uso da sua cidadania, e afastem-se, por enquanto, dos vários problemas que lhe criaram, forçando-o, continuadamente a uma luta eterna e inútil, por estéril, entre os vossos chefes, sempre protegidos, e os "guerrilheiros" da oposição, banalizados e sem vigor, que nem se actualizam politicamente.

Façam pelo menos um acto de fé! Não batam em adversários, nomeadamente caídos, aguardem que se levantem e ganhem forças!

Nunca esqueço as pessoas nem o que representam, só repúdio as vaidosas, presunçosas e os mercenários, que por dinheiro ou poder, voltariam a sacrificar o nosso Deus, como no calvário!

Meus votos de rápidas e crescentes melhoras,