José Amaro da Silva Li há dias nos desenhos deste Diário uma pergunta que gostaria de ver respondida. Se a venda de um Solar para os lados do Porto Cruz por parte da Diocese teve como objectivo recolher dinheiro para injectar ( ajudar como se pode ler na 1ª página do Jornal da Madeira) no jornal do Governo e da Diocese ou se foi um arrumar de contas relacionado com o Posto Emissor do Funchal que como sabemos tinha como sócio a família que agora comprou o dito Solar. Custa-me a aceitar todo este secretismo por parte da Diocese em tudo o que se relaciona com o Jornal da Madeira. O Senhor Bispo está na Madeira há uns bons anos mas ainda não se dignou ter uma palavra sobre o tema aceitando tudo o que o GR faz do Jornal que outrora foi uma bandeira da Diocese (o que o Srº Cónego Tomé Velosa lutou por ele e para evitar que fosse subjugado pelo Poder). Será que o tema é tão incómodo para o nosso Bispo? Faça um intervalo no sorriso e diga-nos o que pensa. Dos milhões que anualmente o JM custa aos Madeirenses. Da concorrência desleal que pratica. Da política editorial só admitir quem pensa laranja. Enfim, um simples comentário!! Sobre o Posto Emissor do Funchal convinha também uma palavra. Sabe porquê Senhor Bispo? Vivemos numa Região pequena (não sei se já se apercebeu disso ) e portanto fala-se muito e muitas vezes do que não se sabe, mas por vezes fala-se mesmo do que se sabe. E quando assim é consegue-se perceber a razão de certos negócios e a razão porque se ocultam valores de uma mais que normal (terá sido?) venda de um imóvel. Senhor Bispo isto de pretender que os madeirenses contribuam para um Fundo Social e não lhes dar cavaco para outros assuntos para os quais também gostariam de ser informados não joga nada favor da Diocese. Será que amanhã também não nos vai dar informação nenhuma do tal Fundo Social ? Só somos necessários para dar, dar e dar ? É que com este comportamento já não sei o que esperar…