Mário Mascarenhas Alencastre Fez-se Justiça. Dizem…

Mas que Justiça? Pergunto eu, como cidadão.

Fica a sensação, dúvida, de "Privilegiados", "salvos", "Ausentes" do banco dos réus… de crianças, sexo, feminino, também abusadas, mas "esquecidas" nos crimes cometidos.

Lentidão de vários anos para concluir o processo. Centenas de testemunhas (sem limite por lei), centenas de requerimentos (também sem limite), tudo, indicando, a finalidade de atrapalhar, travar, o avanço e conclusão do Julgamento, são evidencia das fraquezas do sistema Judicial de Portugal, categoria 3º Mundo, talvez pior.

Condenados: 6 arguidos. A pena, de 5-18 anos de Prisão Efectiva, mas eis, a realidade: Todos continuam em LIBERDADE! Alguns, dando entrevistas em hotéis, todos "riem-se" da "palhaçada", em que está a Justiça, porque o Direito de Apelar, existe. No Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, etc, Democracias sem complexos mentais, de fantasmas - ditaduras, do passado, etc, onde o condenado a prisão efectiva, vai Imediatamente para a Prisão, e lá aguarda o evoluir da Apelação, para Tribunal de Instancia Superior. Tem lógica o Sistema Anglo-Saxónico.

Os arguidos (6) foram condenados a prisão efectiva (5 a 18 anos) por colectivo de juízes, alguém acredita que a Apelação, serão declarados, Inocentes? Talvez, diminuição das penas, agravamento, confirmação das penas aplicadas. Tudo é possível em Portugal… (um dos condenados foi condecorado pelo Presidente da República) sendo Inocentados ou Prescrevendo Prazo, será o Funeral da Justiça, já em coma, uma das "vergonhas" que exibimos ao mundo…! (Sem pudor).