Fátima Gonçalves Na madrugada da passada segunda feira, fui acordada pelo toque do meu telemóvel por volta das 3h45. Sem saber o que se passava nem liguei muito. Daí a um bocado batem-me à porta e imaginem lá a boa nova: "vem afastar o teu carro porque bateram-te nele e fugiram, e ele ficou no meio do caminho". No meu entender esse caminho era a ponte, local onde o carro estava estacionado, cujo o acesso é, em geral, para moradores (Caminho da Meia Légua, Ribeira Brava). Lá vou eu e quando chego perto, o meu carro não estava onde eu julgava, mas sim no meio da estrada à disponibilidade de mais um "batente". E depois deste "presente", imagine-se lá, que a câmara existente mesmo em frente ao local do acidente, que provavelmente poderia ter captado o culpado do acidente, estava desligada, e àquela hora já podia ter-se escondido em qualquer lugar. Evidentemente que ainda não descobri quem foi a "digna pessoa" que me deixou este "presente" e que, pelos vistos esse dia foi um dos seus dias de sorte, mas tenho esperança de o encontrar um dia, e de lhe apresentar e de lhe agradecer esse "magnífico presente" que ele me deixou entre as 3h e as 4h da manhã do dia 2 de Agosto. E é assim a justiça, no entanto farei tudo o que tiver ao meu alcance para descobrir quem foi.