Rosa Freitas Gostaria de partilhar com os leitores do DN uma situação caricata e ainda sem explicações, que ocorreu há umas semanas no torneio de futebol feminino que decorre no Largo da Achada, na Camacha, organizado pelo clube da freguesia e Casa do Povo local. Tudo se passou no primeiro jogo do torneio, entre a equipa da Camacha e as Xavelhas, a 18 de Julho. Registaram-se alguns incidentes no jogo, tendo havido alguns comportamentos incorrectos de parte a parte. Após os acontecimentos, eu 'apanhei' 18 meses de suspensão, enquanto encarregada da equipa da Camacha, porque escrevi no relatório do jogo "agradecia imparcialidade". Como ninguém me explicou tamanho castigo, tenho dito que apenas estou "de férias desportivas". Entretanto, em vez de explicações, tenho sido alvo de referências pouco dignas por parte dos responsáveis do clube, nomeadamente um vice-presidente, que em vez de agradecer-me a dedicação, opta pelo enxovalho público. É que fui eu que acompanhei ao hospital a atleta que se lesionou, tendo-lhe comprado os medicamentos. Já solicitei a activação do seguro que a organização diz ter, mas até hoje ninguém me sabe responder. O mínimo que poderiam fazer era enfrentarem as questões e darem respostas.