Elísio Santos, director-geral de Lidosol Publicou o DIÁRIO de Notícias da Madeira uma Carta do Leitor intitulada "Revoltada" e assinada por A.M. que nos merece uma nota de esclarecimento, por conter acusações injustas, que muito lamentamos, certamente decorrentes de uma visão parcial e insuficiente. Afirma a leitora que «Na crise de trabalho na Madeira o Pingo Doce fez pacto com o governo.» Esta afirmação é falsa porque o Pingo Doce não fez nem faz 'pactos com o Governo" seja qual for a finalidade. Acrescenta a leitora que «[o Pingo Doce] só admite pessoal que esteja inscrito no desemprego e passados 6 meses põe-nos na rua com uma mão à frente e outra atrás. E porquê?? Porque os primeiros 3 meses de trabalho é o desemprego que paga ao funcionário (...)». Nenhuma das afirmações da leitora corresponde à verdade porque: - O Pingo Doce já admitiu, naturalmente, colaboradores inscritos nos Centros de Emprego mas a sua principal base de recrutamento são as inscrições feitas espontaneamente pelos candidatos interessados junto das lojas ou dos Recursos Humanos da Companhia; - Nunca o Pingo Doce se candidatou a quaisquer programas de apoio lançados pelo Governo Regional, sendo absolutamente falso que alguma vez tenha beneficiado de pagamentos pelo Instituto de Emprego de três ordenados a colaboradores ao seu serviço; - Meramente a título de exemplo, e tendo apenas como base todas as admissões realizadas no ano de 2009, um terço dos colaboradores admitidos continuam, por mérito próprio, ao serviço da Companhia e, na sequência de sucessivas avaliações positivas de desempenho, vários tornaram-se efectivos da nossa equipa.