C. Gouveia A justiça tenta simplificar toda a burocracia existente em relação a várias matérias, o que é bom por um lado, no entanto a facilidade é demais em alguns sectores, como no sector de Registo de Automóveis, pois vejamos o meu caso, eu "tinha" um carro completamente pago desportivo e emprestei a uma pessoa "amiga", uma vez que o carro não estava na Madeira e eu só o usava quando me deslocava ao Continente, meses mais tarde essa pessoa falsificou a minha assinatura na Conservatória do Registo Comercial de Automóveis e uma vez que já não é exigido reconhecimento de assinatura nem tão pouco os documentos originais do vendedor o carro o mesmo foi vendido sem problema algum, só tive conhecimento 2 meses após a venda, e agora para tentar recuperar o carro tenho de recorrer ao tribunal e aguardar não sei quanto tempo para ver se consigo reaver o meu carro. Tenho todas as provas das falsificações. Além de que o Tribunal fecha para férias durante 1 mês e meio e o processo fica parado. Isto só em Portugal que a Lei está feita mesmo para Ladrões e aldrabões. É de lamentar, pois apesar de já ter dado entrado do processo não existe garantia nenhuma que consiga reaver o que me pertence, se eu perder a "cabeça" e dar uma "boa lição" na pessoa que falsificou a minha assinatura e ficou com o dinheiro o que me aconteçe? Simples: tenho graves problemas com a Justiça. È a lei Portuguesa sempre do lado de quem rouba e aldraba. Será que para ultrapassar todas as aldrabições e falcatruas teremos todos de ser aldrabões?