Francisco Leite Monteiro A "Quinta do Lorde" continua a dar que falar e a ser tema apetecido que já aqui trouxe uma meia dúzia de vezes, a última das quais a propósito da acção popular a que se refere a notícia publicada no sábado passado. Entendido que são estéreis as razões dos autores da acção, como são inconsequentes as opiniões de leitores publicadas no site do Diário, dir-se-ia, não existir fundamento para a movimentação e a realidade continua a ser a mesma, como já escrevi. Independentemente de poderem existir prevaricadores que deverão ser punidos a seu tempo, exemplarmente, o que é mais urgente é prevenir contra a repetição de situações semelhantes. O mal está feito, sendo definitivamente impossível repor, devolver a todo o espaço à sua condição anterior, daí importando sim, com uma visão de futuro, assegurar que seja reforçada a legislação de protecção ambiental em todo o espaço natural da Região, de forma a impedir a repetição de novos 'desastres', tendo em vista "salvar todo o espaço natural Madeirense desde a Ponta do Pargo até à Ponta de São Lourenço", simultânea e obviamente, acautelando a legislação que assegure uma competente e rigorosa fiscalização. Será possível que não haja quem entenda coisa tão simples?