Olavo Manica A meta desta revolução é regressar o País á idade da pedra tribal, este marxismo cavernícola levará o País rumo ao desastre. Politizaram os diversos organismos de segurança da Nação, não importa que sejam aptos ou incapazes o importante é jurarem que são socialistas e revolucionários. Dessa forma perdem à nascença a independência e a legitimidade do dever. Têm ainda ordenados de miséria, o que favorece a corrupção policial e a matraca. E o cacique de turno acha tudo isso normal afirmando que a violência fás parte da luta de classes e da emancipação dos Povos. O problema agrava-se cada vez mais devido a que a impunidade é a palavra de ordem do governo. O chavismo é um regime político militarista e autoritário, que avança a passo de vencedores destruindo a democracia e o País. Este regime de facto premeia os anti-valores e destrói as liberdades públicas estrangulando a democracia através de leis inconstitucionais. Nem em tempos das ditaduras houve tantos jornalistas, trabalhadores e estudantes com processos em tribunal, proibindo-os de organizar ou participar em manifestações. O governo permite e premia a repressão pelas forças policiais, arma a bandas organizadas e utiliza os tribunais para criminalizar os protestos. Através de leis punitivas acorra-la a sociedade civil, pois utiliza todos os poderes públicos em contra dos dissidentes. Todos os poderes estão sequestrados e não têm a mínima autonomia. Esta revolução está acima do estado de direito e da constituição. Em 11 anos esta revolução destruiu 50% da produção nacional. Milhões de dólares gastos em medicinas que já estavam vencidas mesmo antes de entrar ao País. Importam da índia triangulando-as por Cuba para que esta ganhe a sua boa comissão. E para colmo estas medicinas nem são homologadas pela Organização Mundial de Saúde. O governo tenta a todo o custo destruir o País e para isso criou uma mistura explosiva de incompetência e de corrupção que dará ao traste com o País. Este socialismo do século 21, é um salto ao vazio pois com essa trajectória política vai de encontro ao passado cujo cadáver insepulto rebola ainda pelas ruas de Havana. Esta revolução arbitrária e vingadora segue as directrizes barbaras dos séculos passados. Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito.