Carlos Jorge Gomes Pereira Contaram-me que um amigo meu, candidatou-se, a um mestrado numa instituição de referência do Ensino Superior da nossa terra. Era um sonho seu, poder continuar a aprender, a evoluir e seguir a senda do trabalho de investigação, no sentido de garantir uma formação permanente e contínua, que, no fundo, cor responde a um dos deveres de uma carreira proffisional que exige muito neste capítulo. Parecia que tudo corria muito bem, pois este meu amigo apresentou os certificados de habilitações daquilo que julgaria ser mais relevante, bem como um currículo vitae, tal como era solicitado no respectivo edital. Um dos critérios de selecção era exactamente o da análise curricular, que englobava as vertentes académica, científica e profissional. O meu amigo disse que recebeu a valorização máxima na vertente profissional, ou seja, pelo bom senso, esta vertente, deveria garantir pelo menos um terço do total de 20 valores, que são 6,66 Valores. mas, não foi isto que sucedeu, porque a fórmula de cálculo fora incomodada para classificar por baixo, e, assim ser mais fácil eliminar candidatos? Este meu amigo sente-se,hoje, completamente desmoralizado, face a esta situação injusta e apela a todas as entidades competentes nesta matéria, possam efectivamente fazer a justiça. Que poderá este meu amigo fazer para que lhe reapreciem, efectivamente, em critérios inerentes...