José Manuel Fernandes de Sousa Tendo a certeza de que, desta forme, vai ouvir a voz das pessoas (desde já agradecidos ao Diário de Noticias), vimos por este meio tentar saber aquilo que está acontecendo nas profundidades da Quinta em frente ao Boieiro onde um batalhão de máquinas desde há muito destrói tão valioso maciço rochoso, sendo depois triturado na maquinaria instalada por detrás dumas pseudo estufas e transportado por uma encosta íngreme com direito a portão (Rua da Olaria n° 11). A propósito Sr. Presidente, aquele caminho agora "roubado" foi inicialmente feito pela construtora da Via rápida para ter acesso à maquinaria, e esse homem destruidor de tão valioso património natural da Ilha, ali tomou posse colocando o respectivo portão. Olhe, dê uma voltinha, vá até à Quinta e olhe para o vale; não faça como os seus fiscais de zona que confrontados com perguntas respondem simplesmente "meta-se na sua vida", como se isto não dissesse respeito a todos. Já agora se não quiser sujar os pés o mesmo homem e a sua maquinaria veio à estrada regional e começou a retirar a sua tão desejada pedra do tão transtornavél morro da antiga Olaria. Sr. Presidente para não falarmos de todo o incómodo que esta situação em termos de barulhos e poeiras para os habitantes das áreas adjacentes mas acima de tudo o ataque ambiental a tão precioso vale. Sr. Presidente, muito mais poderíamos referir, no entanto gostaríamos de saber da parte de V. Excelência se existe legalidade para tão triste cenário.