Emanuel Gomes Não há dúvidas que Zita Cardoso não perdoa. Ter sido tratada de "feirante cigana" ainda lhe tira o sono e, mais do que ressaca, provoca-lhe um enorme azedume contra o presidente da Câmara de Machico. Ao contrário do que diz a senhora, na sua elegante carta do leitor, a Câmara não vai instituir mais nenhum feriado, até porque a lei permite apenas um e será sempre no dia dos Milagres, por se sentir que é esse o desejo da população. O que se está a discutir é a realização da sessão solene, como nos municípios de Santa Cruz, Ribeira Brava e outros. A carta de Zita Cardoso quer, no entanto, é ferir e chamar de irresponsáveis o presidente e os seus vereadores. É isso, atacar aqueles que durante estes últimos anos têm lutado pelo desenvolvimento deste concelho, enquanto a senhora vai saltitando de escritora para doutora e, depois, para empresária, numa lufa-lufa itinerante para disfarçar o desperdício de mais de 50 mil euros anuais que custa ao Governo o seu destacamento para o exercício de funções na ACIM, que vai realizando com bochechos opinativos entre as imensas viagens que vai realizando. A senhora doutora não se deve preocupar com os feriados municipais. Quem se deve preocupar somos nós, o povo, que lhe pagamos um ordenado para vê-la passar de relance, na comunicação social, na habitual lufa-lufa dos que transpiram e não produzem nada.