Nem todas vão poder abrir, pois faltará capital e não conseguirão cumprir com as regras da Linha de Apoio à Recuperação da Madeira. Numa volta pela baixa do Funchal, o DIÁRIO contou mais de 60 estabelecimentos comerciais ainda encerrados, após as consequências trágicas, também para o comércio, do temporal de 20 de Fevereiro. Continuam a ser bem visíveis as marcas deixadas no comércio funchalense, já de si em crise e, agora, mais agudizada. Três meses e meio depois daquela manhã fatídica, há estabelecimentos comerciais, entre lojas de vestuário, restaurantes, cafés, bares, de electrodomésticos, de mobiliário e uma variedade de artigos, que ainda estão de portas fechadas e sem sinal de que retomem a actividade. Veja o 'slideshow' com algumas das lojas referenciadas.
Nem todas vão poder abrir, pois faltará capital e não conseguirão cumprir com as regras da Linha de Apoio à Recuperação da Madeira.
Numa volta pela baixa do Funchal, o DIÁRIO contou mais de 60 estabelecimentos comerciais ainda encerrados, após as consequências trágicas, também para o comércio, do temporal de 20 de Fevereiro.
Continuam a ser bem visíveis as marcas deixadas no comércio funchalense, já de si em crise e, agora, mais agudizada.
Três meses e meio depois daquela manhã fatídica, há estabelecimentos comerciais, entre lojas de vestuário, restaurantes, cafés, bares, de electrodomésticos, de mobiliário e uma variedade de artigos, que ainda estão de portas fechadas e sem sinal de que retomem a actividade.
Veja o 'slideshow' com algumas das lojas referenciadas.





