José Santos São imensas e confrangedoras as notícias a confirmar a demora da justiça em Portugal. Nuns casos são 20 anos, noutros nunca. Até parece que não são os homens que decidem mas sim máquinas às quais saltou um parafuso ou faltou pilhas. Como se já não bastasse a justiça não ser cega, temo-la agora lenta e confusa, traiçoeira e equivocada. E nós a pagar para que esta gente se decida em fazer algo pelo bem comum.