1- Quero partilhar com os leitores a honra e a felicidade que sinto e agradecer à direcção deste Diário Campeão Europeu das Regiões o facto de me aceitar como simples colaborador e assim figurar o meu nome no plantel Campeão. Enriquece mais o meu currículo do que o do Diário. Algumas manifestações anti fair-play não ficam bem a uma Região que desesperadamente luta pelo seu espaço nas Regiões europeias. Afinal somos todos madeirenses e eu sou bem feliz, acreditem, por viver nesta pérola. Apareçam nos Reis Magos e confirmem com os vossos olhos. 2- A Península Ibérica "perdeu" para Rússia a organização da fase final do mundial de 2018. Este casamento surpresa apresentado á FIFA não resultou. Não conseguimos apagar a imagem de que de Espanha nem bom vento nem bom casamento. Receando divórcio precoce a FIFA não deu o SIM. De imediato comentadores apressaram-se a expressar o seu chauvinismo dizendo que estariam atentos para saber as razões do desvio para a Rússia. Não sei se também perguntaram as razões quando nos foi atribuído o EURO 2004. Como sempre quando a nossa equipa não ganha a culpa é do árbitro. 3- Faz precisamente uma semana que se realizou o "jogo do século" segundo a comunicação social dos nossos vizinhos. Um jogo de má memória para o nosso Homem de Santo António. Porquê esta referência? O jogo foi realizado no dia 29 e a nomeação do árbitro e observador foi tornada pública no dia 17. Aqui parece que descobrimos a pólvora com comentadores a defenderem o "esconder" do Observador do jogo, defendendo o seu anonimato. Aliás dentro da linha da UEFA com o "chefe"do Comité de Arbitragem da UEFA o conhecido "careca italiano" Colina a encurtar de 4 para 2 dias o conhecimento dos árbitros nas provas da UEFA. Entendamo-nos de uma vez por todas; o problema do futebol português não está nos árbitros. 4- Porque é Dezembro é Natal, na Rússia é em Janeiro e porque é a ultima crónica deste ano. Quadra para o cultivo do fair-play. Em tempo de crise, sempre poupo uns trocos com as SMS, aproveito a oportunidade sem ser oportunista, para desejar a todos os leitores, colaboradores, desportistas, árbitros e amigos, um natal e ano novo longe das crises anunciadas.

Francisco Costa - Técnico de arbitragem