José M. Freitas

Nesta quadra natalícia como em tantas anteriores surgem sempre umas figuras e uns acontecimentos que por ser Dezembro não podemos levar nem a mal nem reagir como deveríamos. Vejam estas três notícias: Carlos Pereira diz que quer eleições no Marítimo sabendo melhor do que ninguém que não há condições para quem quer que seja se possa candidatar portanto isto não passa de um número de circo para justificar ele ter que ficar mais uns anos. Tenha bom proveito e que consiga dar alegrias aos maritimistas é o que todos pretendemos. O resto um dia há-de saber-se… se é que há restos. Alberto João escreve um artigo no seu jornal onde apela ao amor e ao perdão e até diz que é preciso esquecer os ódios sabendo diz ele (ele melhor do que ninguém deve saber) que custa muito mas é preciso para bem de todos. Nada mais acertado só é pena que o discurso não jogue com a prática. Basta ver as edições do seu jornal nos dias seguintes. Mais um número de circo. Já estamos todos habituados. É Natal ninguém pode levar a mal. A Diocese do Funchal pede para os madeirenses aderirem ao Fundo Social criado para esse efeito e até indica um número de conta bancária. Para quem recebe 4 milhões de euros para fazer publicar um jornal de pensamento único totalmente laranja sem respeitar o pensamento dos outros isto é concerteza mais um numero de circo. Pois, é Natal ninguém leva a mal mas este número vindo de quem vem é triste e manifesta uma falta de respeito para com todos os madeirenses pois não consegue definir critérios de justiça e humanitários. Há tanto tempo nesta terra e ainda não conseguiu dizer uma palavra sobre o assunto. A vergonha e o desconforto devem ser enormes mas seria um acto de transparência todos percebermos porque alinha nesta jogada política. Que o ano que aí vem traga-nos a todos um pouco mais de equilíbrio e bom senso pois tudo se configura para ser um ano muito difícil onde todos seremos poucos para ajudar quem mais precisa e não pode haver lugar a esbanjamentos e preocupações com projectos pessoais à custa de dinheiros públicos e muito menos assistirmos a uma Diocese que é para muitos a bóia de salvação em momentos tão difíceis ser usada pelos políticos de um partido e nada dizer ou pior ser conivente.

Nesta quadra natalícia como em tantas anteriores surgem sempre umas figuras e uns acontecimentos que por ser Dezembro não podemos levar nem a mal nem reagir como deveríamos. Vejam estas três notícias: Carlos Pereira diz que quer eleições no Marítimo sabendo melhor do que ninguém que não há condições para quem quer que seja se possa candidatar portanto isto não passa de um número de circo para justificar ele ter que ficar mais uns anos. Tenha bom proveito e que consiga dar alegrias aos maritimistas é o que todos pretendemos. O resto um dia há-de saber-se… se é que há restos. Alberto João escreve um artigo no seu jornal onde apela ao amor e ao perdão e até diz que é preciso esquecer os ódios sabendo diz ele (ele melhor do que ninguém deve saber) que custa muito mas é preciso para bem de todos. Nada mais acertado só é pena que o discurso não jogue com a prática. Basta ver as edições do seu jornal nos dias seguintes. Mais um número de circo. Já estamos todos habituados. É Natal ninguém pode levar a mal. A Diocese do Funchal pede para os madeirenses aderirem ao Fundo Social criado para esse efeito e até indica um número de conta bancária. Para quem recebe 4 milhões de euros para fazer publicar um jornal de pensamento único totalmente laranja sem respeitar o pensamento dos outros isto é concerteza mais um numero de circo. Pois, é Natal ninguém leva a mal mas este número vindo de quem vem é triste e manifesta uma falta de respeito para com todos os madeirenses pois não consegue definir critérios de justiça e humanitários. Há tanto tempo nesta terra e ainda não conseguiu dizer uma palavra sobre o assunto. A vergonha e o desconforto devem ser enormes mas seria um acto de transparência todos percebermos porque alinha nesta jogada política. Que o ano que aí vem traga-nos a todos um pouco mais de equilíbrio e bom senso pois tudo se configura para ser um ano muito difícil onde todos seremos poucos para ajudar quem mais precisa e não pode haver lugar a esbanjamentos e preocupações com projectos pessoais à custa de dinheiros públicos e muito menos assistirmos a uma Diocese que é para muitos a bóia de salvação em momentos tão difíceis ser usada pelos políticos de um partido e nada dizer ou pior ser conivente.