Carlos Jorge Pereira Natal, tempo de reflexão e de balanço global sobre o bem que praticamos e sobre aquele poderíamos fazer, mas porque a vida não permitiu, assim, tal não sucedeu na sua plenitude, também porque não mora dentro de nós a perfeição. Mas, neste Natal, podemos pensar um pouco mais que o Natal é um tempo relevante para reflectirmos sobre o bem que podemos fazer para com as crianças, sobretudo as mais carenciadas, aquelas que vivem situações de sub-nutrição e aquelas que nem um brinquedo podem vir a ter este ano, dada a conjutura económica vigente no nosso país. Quero deixar UM APELO VEEMENTE às instituições de solidariedade, bem como às 100 maiores empresas da nossa Região Autónoma, para que se consciencializem sobre estas problemáticas que preocupam imenso as famílias mais carenciadas, mas que centrem a atenção no exio fundamental, que são as nossas crianças, o futuro do nosso mundo, que poderá ser melhor, se as empresas não pensarem apenas em almejar fortunas lucrativas, mas, isso, sim, estenderem a mão aos mais carenciados, legitimando, assim, a sua postura ética e social, no seio de uma sociedade que sendo feita das partes, deverá procurar harmonizá-las, procurando contribuir para a coesão social entre todos os portuguese. O Natal, não se faz apenas de palavras bonitas, de boas intenções, numa abordagem romântica do termo, mas sim, acima de tudo, de boas acções, de uma gesto de amizade e de solidariedade social, visando a justiça social, no sentido mais pleno do seu significado. Senhores empresários, colaborem com as crianças mais desfavorecidas da nossa Região, fazendo-lhes chegar a alegria de viver o espírito de Natal, com alegria e felicidade, porque foi para isto que viemos a este mundo, para tentarmos sermos felizes. Bom Natal a todos os seres humanos de boa vontade.