O desconhecido de hoje e amanhã, é a base para a criação do valor económico.
O desconhecido significa a ideia essencial das "formas de vida", perante a era da clonagem humana e da engenharia genética.
O desconhecido significa a definição de um emprego, onde o software evidenciado pela inteligência artificial, é mais inteligente do que você ou eu.
O desconhecido gera oportunidades infindáveis para aqueles que têm coragem e determinação, para avançar, mesmo que possamos cair de vez em quando.
Podemos pensar que não estamos preparados, nem nos preparámos. Mas, esta é a era do fazer e ir aprendendo. Temos que aproveitar as oportunidades e agir estratégicamente.
Podemos procurar a preservação. Mas a ordem mais antiga está condenada.
Podemos valorizar a permanência, mas a permanência é o último refúgio dos que têm pouca imaginação.
Podemos praticar alguma mudança. Mas a alguma "mudança", não é suficiente para os tempos que se avizinham.
Virgínia Postrel, no seu livro The Future and Its Enemies" transcreve: "procuramos a estabilidade, um mundo regulamentado, um universo fechado e planeado? Ou o dinamismo, a criação, a descoberta, a competição? Valorizamos a estabilidade e o controle, ou a evolução e a aprendizagem?
As Empresas são a alma duma Nação. Temos que avançar, reestruturando as nossas empresas, destruindo alguns dos nossos negócios não rentáveis, mas no essencial, temos que focalizar, inovar e internacionalizar. Precisamos tão só e em particular, que as Instituições públicas e financeiras assumam o seu papel, na senda da diplomacia económica e abertura de novos mercados e apoio ao financiamento às Empresas.
Pedro Ventura, Gestor