Olá amigos leitores do DIARIO! Por convite do Dr Ricardo Oliveira, director do DIARIO DE NOTICIAS, venho opinar mensalmente vários tópicos, o meu objectivo é simplesmente opinar e desencadear em vós os vários tipos de crítica, não é de todo o meu objectivo fazer qualquer tipo de julgamento face aos assuntos e pessoas envolvidas! O meu tema para este mês, por sugestão do Sr. Director do DIARIO são os programas de televisão que visam procurar talentos, visto estar a começar uma nova Operação Triunfo, uma nova edição dos Ídolos, diria que é um tema actual. A minha opinião sobre programas deste género é ambígua. Por um lado, tive muita sorte na edição que tive a oportunidade de concorrer do formato televisivo Operação Triunfo. Porquê muita sorte? Porque não contou com a parte Reality show, de viver dentro da escola, podíamos nos preocupar mais com a música e no que interessava e menos nas explorações de nós próprios, enquanto concorrentes, embora claro que havia alguma exploração emocional, mas era apenas para manter nos ligados ao publico. Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música. Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Olá amigos leitores do DIARIO! Por convite do Dr Ricardo Oliveira, director do DIARIO DE NOTICIAS, venho opinar mensalmente vários tópicos, o meu objectivo é simplesmente opinar e desencadear em vós os vários tipos de crítica, não é de todo o meu objectivo fazer qualquer tipo de julgamento face aos assuntos e pessoas envolvidas!
O meu tema para este mês, por sugestão do Sr. Director do DIARIO são os programas de televisão que visam procurar talentos, visto estar a começar uma nova Operação Triunfo, uma nova edição dos Ídolos, diria que é um tema actual. A minha opinião sobre programas deste género é ambígua. Por um lado, tive muita sorte na edição que tive a oportunidade de concorrer do formato televisivo Operação Triunfo. Porquê muita sorte? Porque não contou com a parte Reality show, de viver dentro da escola, podíamos nos preocupar mais com a música e no que interessava e menos nas explorações de nós próprios, enquanto concorrentes, embora claro que havia alguma exploração emocional, mas era apenas para manter nos ligados ao publico. Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música. Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
O meu tema para este mês, por sugestão do Sr. Director do DIARIO são os programas de televisão que visam procurar talentos, visto estar a começar uma nova Operação Triunfo, uma nova edição dos Ídolos, diria que é um tema actual.
A minha opinião sobre programas deste género é ambígua. Por um lado, tive muita sorte na edição que tive a oportunidade de concorrer do formato televisivo Operação Triunfo. Porquê muita sorte? Porque não contou com a parte Reality show, de viver dentro da escola, podíamos nos preocupar mais com a música e no que interessava e menos nas explorações de nós próprios, enquanto concorrentes, embora claro que havia alguma exploração emocional, mas era apenas para manter nos ligados ao publico. Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música. Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
A minha opinião sobre programas deste género é ambígua. Por um lado, tive muita sorte na edição que tive a oportunidade de concorrer do formato televisivo Operação Triunfo.
Porquê muita sorte? Porque não contou com a parte Reality show, de viver dentro da escola, podíamos nos preocupar mais com a música e no que interessava e menos nas explorações de nós próprios, enquanto concorrentes, embora claro que havia alguma exploração emocional, mas era apenas para manter nos ligados ao publico. Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música. Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Porquê muita sorte?
Porque não contou com a parte Reality show, de viver dentro da escola, podíamos nos preocupar mais com a música e no que interessava e menos nas explorações de nós próprios, enquanto concorrentes, embora claro que havia alguma exploração emocional, mas era apenas para manter nos ligados ao publico. Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música. Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Porque não contou com a parte Reality show, de viver dentro da escola, podíamos nos preocupar mais com a música e no que interessava e menos nas explorações de nós próprios, enquanto concorrentes, embora claro que havia alguma exploração emocional, mas era apenas para manter nos ligados ao publico.
Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música. Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Por isso acho a operação triunfo um conceito maravilhoso e que ainda enaltece a música.
Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano? Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Falemos dos IDOLOS. Acho um bocado “circo” (mau circo) aquele conceito dos júris, que entendidos são aqueles, que tendem a julgar pessoas após a emissão de duas notas e a escarafunchar sonhos de um modo desumano?
Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos. A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Sei que são personagens, que têm de ser assim para causar impacto no público, mas queremos ser um público assim? Que permite ver tanto talento a ser completamente esmagado por meia dúzia de palavras em 30 segundos.
A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado. Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
A conclusão a que chego é que estes programas de caça talentos podem ser uma verdadeira rampa de lançamento ou o final de uma viagem que nem começou e podia ter começado.
Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas. Gostaria de vos convidar a me propor novos temas para opinarmos em conjunto numa próxima edição! Por favor envie as suas sugestões para: [email protected], será um prazer me debruçar sobre uma ideia vossa! Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora
Outro problema deste tipo de formatos é alimentar a sede da fama dos vários concorrentes e depois tudo acabar. Não há mercado para tanta gente boa que existe por aí, e a indústria que existe está viciada em forma de círculo fechado em que são sempre os mesmos a fazer as coisas.
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Muitos e muitos beijinhos da vossa Vânia!Vânia Fernandes, Cantora