Agostinho Teixeira A presente carta, visa alertar quem de direito para um património que vai para sempre ficar ligado entre si à história da Madeira e ao seu património. As levadas, têm vindo a ser recuperadas e exploradas para o turismo. mas as casas dos cantoneiros, essas ou foram totalmente destruidas ou abandonadas, talvez excepção feita a uma que fica no Santo da Serrra na levada do Faial. As outras que existiam que eu conheço, uma junto à estrada de acesso às intalações do União e outra junto à aldeia do Padre Américo, uma desapareceu a outra para lá caminha. A preservação destas, devia ser feita e explorada turisticamente com uma inscrição em diversas linguas a informar para que serviram aquelas pitorescas casinhas. O s relógios de àgua de que o maior exemplo é a torre do hoje café relógio, estão quase todos destruidos ou abandonados a servirem de caixotes de lixo etc.,A Madeira, não é muito rica em património antigo, por isso defendo que aquilo que os nossos antepassados fizeram e que tiveram grande importância numa determinada época, por mais simples que sejam, devem por nós serem defendidos e preservados para que passem para as gerações futuras e que aqueles que nos visitem percebam aquilo o que era e para que servia.. Poderemos incluir também os lavadouros existentes ao longo do percurso de algumas levadas. No Caniço, na rua por trás da farmácia, existe um relógio de àgua que deu nome a vereda que acompanha a levada nessa zona que embora já não tenha relógio, ainda tem o repartidor de àgua em pleno funcionamento. A torre, está já bastante degradada carecendo de ser pintada, colocar uma porta um relógio e uma placa explicativa do que aquilo é e para que serve. Gostava muito de ver este e outros elementos do nosso património recuperados não só para os turistas mas também para as gerações vindouras.