Marisa Pardal Concordo plenamente com a Sra Paula Silva que no dia 10 de Novembro escreveu sobre estes autocarros. De facto também eu já assisti a cenas muitos tristes e chocantes entre funcionários de ambas as empresas muitas delas presenciadas por turistas que na altura por lá passavam. Mas como é que se permite tal baixaria na Madeira como destino turístico de qualidade? A CMF é culpada porque de facto coloca as empresas a partilhar o mesmo espaço nas paragens e na venda de bilhetes e não faz uma fiscalização rigorosa e permanente para constatar que ambas as empresas cumprem os termos de licença à qual estão sujeitas. Não é para espanto que num dos folhetos publicitários de uma das empresas apareça a Quinta do Arco. Num dia destes, ia eu na Via Rápida a volta de uns 50km/h e passou por mim um autocarro descapotável cheio de pessoas na parte superior que me ultrapassou a grande velocidade, e eu só via as pessoas a se encolherem e a se protegerem do forte vento que deveriam a estar a sentir. Mas o que é isto? Estes autocarros já passam na via rápida? Que fotos é que se consegue tirar a tal velocidade? Fazem viagens panorâmicas ou corridas? Honestamente, quem tem influências e bons padrinhos faz tudo e tem tudo. Trabalho num Hotel no Funchal, e é raro o dia em que os clientes não comentem comigo sobre estes autocarros de situações em que vendedores de rua, vendem bilhetes dando por vezes informações enganosas que os leva a comprar, mas só se apercebem que fora enganados depois de completar a viagem. E o que ficam mais revoltados é que estes vendedores não estão identificados, mas sim a civil e quando querem reclamar não o conseguem por estes não estar no local,não possuir identificação ao peito ou por não ter nada que o associe à empresa para qual vende os bilhetes. Muito mas muito havia a dizer, só acho que as entidades, CMF DRRT, tem que agir para acabar com esta imagem negativa e vergonhosa que estas empresas passam para quem vem passar férias à Madeira.Só estou admirada, por não haver um interesse da parte de partidos políticosmeios de comunicação sobre esta situação preocupante que mancha o turismo de qualidade da Madeira, porque matéria para reportagem e para artigos não falta.