Leitora devidamente identificada Informo que dia 28-10-10, a minha mãe, doente de Parkinson de Rigidez Óssea, com 82 anos de idade, deslocou-se ao Hospital Dr. Nélio Mendonça para uma consulta de neurologia, agendada para as 13.00h, consulta essa, que terminou por volta das 13.30h. Entretanto, foi requisitado o transporte, o qual acabou por se efectivar às 17.30 horas. Perante a situação clínica e a patologia da doente, acrescendo o facto de a mesma se encontrar numa situação de mobilidade muito condicionada e tendo familiares próximos (directamente ligados à Saúde e a exercer funções na referida unidade hospitalar), nenhuma destas circunstâncias impediu a que aquela tivesse de aguardar aproximadamente cerca de 4 horas pela chegada da ambulância para a deslocar até a sua residência. Pelos factos acima referidos é caso para equacionar o seguinte: repensem o sistema de transporte dos doentes, definam critérios no que concerne às prioridades, tempo de espera ou outros que entendam por bem. Pois, se não me falha a memória, quando foi criada a empresa actualmente em exercício, um dos objectivos era colmatar as delongas esperas que se constatavam, uma vez que os bombeiros não tinham capacidade de resposta. Hoje, a situação mantém-se! É nesta perspectiva que aqui registo a minha indignação e repulsa, pelo facto ocorrido.