Numa maneira menos política e mais popular de tocar nos assuntos, partilho algumas ideias que gostaria que estivessem explicitas nos próximos cadernos de propostas políticas dos partidos, para a área da cultura. Começo por abordar o acordo ortográfico, centrado nas elites do eixo Lisboa\Coimbra. Defendo a homogeneização da língua portuguesa, escrita e falada. E para manter as especificidades de cada região do país, abrir uma nova disciplina obrigatória, de maneira a não perder a nossa identidade linguística. A criação de seminários da sabedoria em várias áreas de intervenção, cultural e social, a decorrer para todas as faixas etárias. Formação e informação são essenciais para combater a ignorância generalizada. Implementar uma "cidadania activa" para poder construir uma sociedade cada vez mais moderna e globalizada. Concretização de uma cultura diferente e pouco falada, a Cultura do Amor. Incentivar a alegria, a felicidade, a paz e o aumento da auto-estima, visto que a juventude portuguesa, caminha para a solidão e o abandono da vida social, fechando-se em mundos que não são os mais indicados. Premiar, evidenciar e potenciar os talentosos e competentes. Autonomizar e agilizar a cultura nacional de forma a quebrar com a burocracia neste ramo, isto é, alterar a lei do mecenato, incentivando as empresas a patrocinar as associações e fundações Culturais e Sociais. Também, temos que fortalecer as indústrias culturais e criativas, criando condições mais apelativas para a prática das mesmas, vincando assim uma cultura de inovação e modernização. Trazer através destas indústrias os nossos costumes antigos e quem sabe eternizá-los.
João Vieira - Aluno da UMa