Délia Sousa ainda não se refez do susto e dos estragos provocados pelo temporal de 20 de Fevereiro e as águas das primeiras chuvas voltaram a entrar na sua residência, na Rua Professor Eleutério de Aguiar, no sítio do Trapiche em Santo António.

Com a casa parcialmente destruída desde o temporal, Délia Sousa vive provisoriamente em São Martinho com o marido e os dois filhos. A casa do Trapiche "é para arranjar a longo prazo", garantiram-lhe a Câmara do Funchal e o Instituto da Habitação.

Ontem a lama voltou a entrar na sua casa, destruindo o que já tinha conseguido guardar fruto da caridade. "Tinhas umas coisinhas guardadas lá em casa, porque não as posso ter onde estou e agora fiquei sem nada outra vez", afirmou.

Na zona, uma das mais atingidas pelo temporal, Délia Sousa diz que pouco foi feito. Admite que o local onde caíu a grua foi alvo de limpeza, mas "mais para cima continua tudo igual".

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